terça-feira, 3 de março de 2009
Combate à Dengue
domingo, 1 de março de 2009
Projeto “4D” - Dia de Decidir o Destino da Dengue
Aula Inaugural - Vem Sonhar... Vem Ser... Vem Vencer!
Aconteceu no dia 02/03 a aula inaugural da EJA com a seguinte programação:
• Abertura com a palavra da Diretora Aizê Aquino que falou aos alunos e professores da vitória que os espera e para que tenham ânimo.
• Em seguida foi apresentada, em Data show, uma síntese do Plano de Ação preparada pela OT da EJA a Professora Regina Pacheco.Apresentação em Power Point.
• Convidado pala falar sobre o tema o Pr. Amaury da Comunidade Evangélica Sara Nossa Terra, prendeu a atenção de todos durante a sua palestra interativa. Falou da Necessidade de se ter sonhos para lutar por eles: "O que te faz sair da sua casa ou do trabalho e vir todas as noites estudar no Julião?" " Qual é o seu sonho?" Alguns alunos se manifestaram e falaram dos sonhos que têm para suas vidas.
• Ao témino da palestra foi apresentado o vídeo produzido pela OT Irecy Damasceno. Trata-se de um vídeo amador produzido com fotos e filmagens dos alunos concluintes do Ensino Médio EJA, feitas no 2º semestre de 2008. Na produção foi usada a música "Infinitamente" do grupo Novo Som.
• Com uma chamada à ação foi feito o lançamento da campanha contra a dengue na escola.
• A Professora de Educação Física Gislane falou aos alunos em nome do corpo docente da EJA.
• Para finalizar a Coordenadora do DTE de Campos a Professora Rosângela Pinheiro, deu uma
palavra de incentivo aos alunos
e professores, falou sobre a importância do uso das ferramentas tecnológicas na Educação de Jovens e Adultos, falou sobre todas as mídias, incentivou a criação da rádio escola e fez um pedido voltado para a conservação de todos os equipamentos da escola.
Meio Ambiente
Assim, a grande tarefa da escola é proporcionar um ambiente escolar saudável e coerente com aquilo que ela pretende que seus alunos apreendam, para que possa, de fato, contribuir para a formação da identidade como cidadãos conscientes de suas responsabilidades com o meio ambiente e capazes de atitudes de proteção e melhoria em relação a ele.
Por outro lado, cabe à escola também garantir situações em que os alunos possam pôr em prática sua capacidade de atuação. O fornecimento das informações, a explicitação e discussão das regras e normas da escola, a promoção de atividades que possibilitem uma participação concreta dos alunos, desde a definição do objetivo, dos caminhos a seguir para atingi-los, da opção pelos materiais didáticos a serem usados, dentro das possibilidades da escola, são condições para a construção de um ambiente democrático e para o desenvolvimento da capacidade de intervenção na realidade.” (PCN) Meio Ambiente
Cenário
Por estar situado bem próximo à Av. Nilo Peçanha, BR 101, o CEJN recebe muitos dos seus alunos dos distritos rurais de Serrinha, Lagoa de Cima, Ibitioca, Tapera e outros que margeiam ou ficam próximos à BR 101. Neste caso estamos disputamos a preferência dos alunos com as escolas dessas localidades que oferecem os mesmos cursos e modalidades de ensino que nós.
Por que então atraímos uma clientela que reside num raio máximo de aproximadamente 50 km da escola (Distrito de Serrinha)?
A resposta está na identificação do homem do campo com a História deste Colégio que tem como patrono um grande usineiro que se preocupava com a educação dos filhos dos seus empregados. Ele criou a escola em 1931 em sua própria fazenda, daí pra cá a escola mudou de nome várias vezes e teve vários endereços até que em 1964 foi construída a sede onde a escola se encontra até hoje.
A preferência pela escola é passada de pai para filho. Um grande número de alunos já teve em suas famílias uma ou mais pessoas que já estudaram no CEJN.
Hoje a escola está tecnologicamente equipada para oferecer um padrão de qualidade que toda boa escola tem. Acreditamos que após construção da quadra poliesportiva prometida para este ano, com recursos já liberados pela SEE/RJ, na ordem de R$ 360.000,00 (trezentos e sessenta mil), alunos e professores terão muito mais possibilidades para desenvolver um trabalho esportivo que, por certo, nos projetará para um tempo ainda melhor.
Temos um grande desafio pela frente, precisamos recuperar o ponto perdido no IDEB. A nossa meta projetada para 2009 é 3.4 no quinto ano e 4.1 no nono ano. Temos como principal aliada a competência do nosso corpo docente e o sonho de crescer juntos.
Missão do Colégio
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
Língua Portuguesa - Principais Alterações
Alfabeto:O alfabeto ganha três letras (k, y e w)
Antes: 23 letras Depois: 26 letras
Trema: O trema cai, de vez, em desuso, exceto em nomes próprios e seus derivados. Grafado nos casos em que o “u” é átono e pronunciado (que, qui, gue, gui), o sinal não será mais utilizado nas palavras da língua portuguesa.Antes: lingüiça, conseqüência, freqüência Depois: linguiça, consequência e frequência
Hífen:O sinal não poderá ser mais usado quando a primeira palavra terminar com vogal e a segunda começar com consoante. Antes: anti-rugas, auto-retrato, ultra-som Depois: antirrugas, autorretrato, ultrassom
O hífen também não deve ser grafado quando a primeira palavra terminar com letra diferente da que começar a segundaAntes: auto-estrada, infra-estrutura Depois: autoestrada, infraestrutura
O sinal deverá ser usado quando a palavra seguinte começa com b, h, r, m, n ou com vogal igual à ultima do prefixoAntes: anti-imperialista, super-homem, inter-regional, sub-baseDepois: anti-imperialista, super-homem, inter-regional, sub-base.
Outro caso que se faz necessário o uso do hífen é quando a primeira palavra terminar com vogal ou consoante igual à letra que começar a segundaAntes: microônibus, contraataque, microondasDepois: micro-ônibus, contra-ataque, micro-ondas.
Acento agudo:Os ditongos abertos “éi” e “ói” das palavras paroxítonas não serão mais acentuadosAntes: jibóia, apóio, platéia, européiaDepois: jiboia, apoio, plateia, europeia* As palavras herói, papéis e troféu continuam sendo acentuadas porque têm a ultima sílaba mais forte .
O acento some também no “i” e no “u” tônicos quando vierem depois de ditongo em palavras paroxítonas Antes: feiúra, bocaiúvaDepois: feiura, bocaiuva * O acento permanece se o “i” ou o “u” estiverem na ultima sílaba, a exemplo de Piauí e tuiuiú
Na letra “u” dos grupos que, qui, gue e gui o acento também deixa de existirAntes: apazigúe, averigúe Depois: apazigue, averigue
O acento diferencial também some em alguns casos Antes: pára, péla, pêlo, pólo, pêraDepois: para, pela, pelo, polo, pera* O acento diferencial não deixa de ser usado em pôr (verbo) / por (preposição) e pôde (pretérito) / pode (presente). Fôrma também continua sendo acentuada para ser diferenciada de forma.
Acento circunflexo: O acento circunflexo some nas palavras terminadas em “êem” e “ôo”Antes: crêem, vêem, lêem, enjôoDepois: creem, veem, leem, enjoo.
terça-feira, 18 de novembro de 2008
A Escola Como Laboratório
Becker é graduado em Filosofia, pelas Faculdades Anchieta de São Paulo, especialista em Lógica e Metodologia Científica, pela Unisinos. Na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), cursou mestrado em Educação, e, na Universidade de São Paulo (USP), concluiu doutorado em Psicologia Escolar e do Desenvolvimento Humano com a tese Da ação à operação: o caminho da aprendizagem – Jean Piaget e Pauto Freire (2. ed. Rio de Janeiro: DP&A Editora, 1997). Docente na UFRGS, é autor de inúmeras obras, das quais citamos A origem do conhecimento e a aprendizagem escolar (Porto Alegre: Artmed, 2003), A epistemologia do professor: o cotidiano da escola (12. ed. Petrópolis: Vozes, 2006) e Educação e construção do conhecimento (2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2006).








