quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Educação Fiscal
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Alunos participam da 2ª fase da Olimpíada da Matemática
domingo, 9 de novembro de 2008
Educação Econômica e Financeira na Sala de Aula
Ensinar aos alunos como se protegerem das ciladas armadas pelo sistema bancário que torna o assalariado cada vez mais pobre e o banqueiro cada vez mais rico, mais que uma lição de cidadania é uma responsabilidade social de todo educador.
"Em qualquer país do mundo, pessoas gastam toda a sua vida pessoal e profissional tomando criticas decisões econômicas e financeiras para si, sua família, seus empregados e sua comunidade. Essas decisões incluem a escolha de uma carreira, para onde emigrar em busca de melhores trabalhos e oportunidades, como readequar recursos e economizar para o futuro, responder à mudanças econômicas bruscas, estabelecer uma relação financeira, financiar a casa própria ou pequenos negócios, fazer uso consciente e efetivo de credito e etc. Quantas vezes na última semana você fez uma escolha, com muitas opções, baseando-se mais variados custos e benefícios? Isso ocorre toda vez que você decide qual meio de transporte usar, em qual colheita investir, em que vizinhança viver; como gastar seu tempo livre, o que custear para seus filhos e o que não, o que comprar na loja e o que ensinar nas salas de aula. Certamente, é bastante complicado imaginar qualquer decisão que você tenha tomado recentemente que não tivesse exigido algum conhecimento econômico e financeiro.
É provável que habilidades usadas no seu dia a dia, como leitura, escrita, matemática, e ciências tenham sido inicialmente desenvolvidas e, depois, aprimoradas no primário e ginásio. O processo curricular enfatiza essas e outras matérias chave que são inquestionavelmente importantes para o bem estar dos cidadãos na sociedade. Logo, por que a educação econômica e financeira é, com freqüência, deixada de fora da lista de matérias exigidas no ginásio?
Seria porque os alunos não têm a habilidade para entender as complexas relações econômicas e financeiras que enfrentarão durante todas as suas vidas? A resposta à essa pergunta é “não”!
Quando ensinado por professores bem preparados, que usam material curricular adequado, todos os alunos são capazes de aprender, pelo menos, conceitos e princípios básicos de economia e finanças, como investimentos pessoais, uso consciente do crédito, importância de economizar, habilidades de gerência para a realização de orçamento, eficiência para estabelecer, com familiaridade, operações bancarias e, por fim, criação de postos de trabalho. Também, absorverão conceitos econômicos mais amplos que são particularmente relevantes no mundo moderno, tais como globalização, inflação, comércio e impacto das flutuações na economia global. Concessão pessoal, profissional e cívica, através da melhora na instrução econômica e financeira é uma maneira chave pela qual estudantes de populações marginalizadas poderão aproveitar os benefícios da inclusão econômica e financeira. Os bons hábitos desenvolvidos no crescimento pré-faculdade, assim como a compreensão econômica e financeira, serão praticados durante toda a existência de um individuo.
Partindo da idéia de que a aprendizagem (senão toda) começa e termina na sala de aula da pré-faculdade, o que será necessário para conseguir que os responsáveis pelas decisões educacionais se conscientizem que a instrução econômica e financeira consiste em matéria tão importante como qualquer outro assunto escolar? Serão necessários mandatos políticos? Melhorar a formação do profissional? Projetar materiais de melhor e maior qualidade para comprometer estudantes? Melhorar a forma de medição de resultados educacionais? Qual a medida a ser adotada para que o ensino de economia e finanças ocupe seu lugar no currículo em sala de aula, ao lado da matemática, leitura, escrita e ciências?"
Richard A. MacDonald, PhDEditor ConvidadoAdvisor for Program DevelopmentNational Council on Economic Education andDepartment of EconomicsSt. Cloud State University
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
Alunos Participam de Concurso de Redação
Alguns alunos do Ensino Médio estão participando do Concurso de Redação com o tema: "O que você tem a ver com a corrupção." As redações ficaram ótimas. Em breve elas serão publicadas neste blog.
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
OBMEP - Relação dos alunos do C.E. Julião Nogueira que passaram para a 2ª fase
Antônio Marcos Ribeiro - Nível 3 - Turma 1001
Diego de Souza Costa - Nível 2 - Turma 803
Elayne Marcia Fonceca de Souza - Nível 1 - Turma 703
Karine Vieira Camilo - Nível 1 - Turma 701
Lais Caldas Silveira - Nível 1 - Turma 702
Laís de Oliveira Moreira - Nível 3 - Turma 1001
Lígia Marcílio - Nível 2 - Turma 901
Lucas de Almeida Gonçalves - Nível 2 - Turma 901
Maria Luíza de Azevedo Duarte - Nível 1 - Turma 602
Mikaela Silveira Cruz - Nível 1 - Turma 702
Naiara Mota Souza - Nível 2 - Turma 801
Paloma Constatino de Souza - Nível 2 - Turma 801
Paula Godinho e Silva - Nível 3 - Turma 3001
Pierre Wagner Pinheiro - Nível 2 - Turma 901
Renan da Silva tavares - Nível 3 - Turma 1001
Renato Pecly Paula Batista - Nível 2 - Turma 803
Rosimary Freitas Carvalho - Nível 3 - Turma 1001
Sarah Rodrigues Ferreira - Nível 1 - Turma 702
Yago de Souza Oliveira - Nível 1 - Turma 701
Queremos parabenizar estes alunos que estarão participando da 2ª fase da 4ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas.
Agradecemos aos professores de matemática que ensinaram, estimularam a aprendizagen, prepararam e incentivaram os alunos para que tivessem um bom resultado. Em especial queremos agradecer a Professora Márcia Valéria de Almeida que aceitou o desafio e assumiu a responsabilidade de coordenar este projeto no Julião Nogueira.
Que Deus abençoe nossos alunos para que no próximo sábado cada um possa dar o melhor de si na realização da prova final da 4ª OBMEP.
terça-feira, 7 de outubro de 2008
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
Música nas Escolas
Em três anos, ensino de Música nas escolas será obrigatório
Associação: música em escola desenvolve auto-estima de alunos
Em três anos, todas as escolas brasileiras terão de incluir, no currículo da educação básica, o ensino de música. A determinação consta na Lei 11.769, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e publicada no Diário Oficial da União no dia 18 de agosto. O período de três anos servirá para que os sistemas de ensino se adaptem às exigências estabelecidas. Segundo o presidente da Associação Brasileira de Educação Musical (Abem), Sérgio Luiz de Figueiredo, a música contribui para o desenvolvimento da auto-estima das crianças e traz benefícios cognitivos.
O presidente da associação afirma que as exigências para implantação da nova disciplina ainda não estão bem definidas, mas acredita que também cabe à sociedade discutir e aperfeiçoar as medidas que deverão ser empregadas.
Figueiredo esteve em Brasília para participar do 1º Simpósio sobre o Ensino e a Aprendizagem da Música Popular, realizado na Universidade de Brasília (UnB). Segundo ele, os benefícios da música podem ser analisados de diferentes ângulos.
"De uma forma geral, a música faz parte das manifestações culturais. Contribui para a formação humanística, para que as pessoas participem da interação social e compreendam as manifestações sociais. Também há os benefícios cognitivos, melhorando o desempenho em outras áreas do conhecimento, além de todos os benefícios sociais."
"A música tem entrado como componente muito forte no resgate do cidadão e no desenvolvimento da auto-estima por instituições que trabalham com crianças carentes e pessoas em situação de risco", disse.
José do Pífano aprendeu a tocar o instrumento que hoje faz parte de seu nome, uma espécie de flauta rústica feita de bambu, sem auxílio de professores, quando ainda era criança, em São José do Egito, no Estado de Pernambuco. Hoje, ele ensina sua arte aos alunos do curso de música da Universidade de Brasília (UnB) e considera importante o ensino nas escolas.
"Com uns 10 anos de idade eu mesmo fiz um pífano pequenininho de talo de jerimum, que aqui chama abóbora, e fui desenvolvendo. Nunca fiz aula, mas gostaria de ter tido, porque isso é muito bonito. Música é alegria, é vida, e acaba sendo cultura para os alunos que se sentem incentivados a aprender", defendeu.
Figueiredo afirmou que, a partir de agora, iniciam-se as discussões de como inserir a música no ensino básico de uma forma efetiva e considerando as diversidades de cada região. Segundo ele, é preciso investir na formação de professores.
Segundo o presidente da Abem, não há dados precisos sobre a quantidade de profissionais com licenciatura em música. Ele acredita que existam cerca de 50 cursos de graduação espalhados pelo Brasil e apenas dois cursos de ensino à distância na área: um da UnB e outro da Universidade Federal do Rio Grande Sul (UFRGS).
A expansão de cursos de licenciatura em música pode contribuir para aumentar o número de profissionais e colaborar na aplicação da nova lei, argumentou Figueiredo.
Agência Brasil



